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BARUKH DAYAN HAEMET: ZICHRONO LIVRAKHAH

Poesia na CidadeBARUKH DAYAN HAEMET: ZICHRONO LIVRAKHAH

Neste solo repousam imigrantes

que, em tempos sombrios,

buscaram a tão almejada paz.

No silencioso oscilar do pêndulo,

que marca o compasso do tempo,

suas sementes, que usufruem dessa paz,

zelam por eles e mantêm intactas

as suas memórias,

apesar da brevidade dos dias.

Se eu me esquecer deles,

que Os Céus se esqueçam de mim.

Benditos àqueles que aqui descansam.

Pela elevação da alma de TAV”deM,

minha amada tia Eza,

possuidora de uma alma pura,

que, desde o 7º dia do 1º e 7º mês

do ano 5785 da criação do mundo,

repousa no profundo sono da morte.

A memória de uma justa seja uma bênção,

e sobre ela, a paz.

Amen v’Amen!

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