Um filme disponível na Netflix tem levado muitas mulheres a refletir sobre suas próprias vidas. Trata-se de “Meu Nome é Agneta”, produção sueca dirigida por Johanna Runevad, que aborda a redescoberta pessoal e a liberdade de fazer escolhas. A trama acompanha Agneta, uma mulher divertida e carismática que, em uma fase de mudanças, passa a questionar o lugar que ocupa na própria vida e as expectativas sociais relacionadas à família, ao comportamento e ao envelhecimento.
Baseado no livro homônimo da escritora sueca Emma Hamberg, publicado em 2021, o longa aborda temas como liberdade, amadurecimento e coragem para recomeçar. Na história, Agneta, aos 49 anos, sente que perdeu espaço na própria vida. Desempregada e em um casamento sem intimidade, ela vive uma rotina estagnada, em que os dias parecem se repetir, enquanto seus desejos e sua personalidade ficam em segundo plano.
Após perder o emprego, decide se candidatar a uma vaga de babá na França, país pelo qual é apaixonada. Ela vê na mudança a possibilidade de sair de uma vida que já não lhe oferece perspectivas. A experiência, porém, toma um rumo inesperado: ao chegar à Provença, Agneta descobre que deverá cuidar de um homem idoso, e não de uma criança, como imaginava.
A convivência com Einar, personagem de Claes Månsson, inicialmente marcada pelo desconforto, abre espaço para novas descobertas. Entre conversas, refeições e situações cotidianas, Agneta começa a questionar os papéis que desempenha como esposa e mãe e a reconhecer outras possibilidades para si.
Além de “Meu Nome é Agneta”, muitos outros filmes também instigam uma reflexão sobre ser mulher, desafios e conquistas. Para ampliar esse olhar, mulheres de Rio Preto compartilham filmes que as fizeram refletir sobre suas próprias vivências. As indicações percorrem temas como relacionamentos, autonomia, desigualdades, afetos e transformações, mostrando como o cinema pode ampliar perspectivas e provocar reflexões sobre as diferentes experiências de ser mulher.









