Cada dia adicional de onda de calor aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC) agudo em pessoas com 65 anos ou mais. É o que aponta o estudo da Universidade de São Paulo (USP), que considerou ondas de calor períodos de pelo menos dois dias consecutivos com temperaturas máximas de 33,1 °C ou mais. O risco é ainda maior quando o calor se combina à poluição do ar por partículas inaláveis PM10, provenientes principalmente da queima de combustíveis veiculares e da poeira. Os resultados reforçam a preocupação com os efeitos da exposição prolongada a altas temperaturas e à poluição sobre a saúde dos idosos.


Estudo preliminar da Universidade Estadual Paulista (Unesp) indica que a exposição controlada e por curtos períodos a um ambiente com baixa concentração de oxigênio foi bem tolerada por pessoas com Parkinson, sem prejudicar o sono. A pesquisa também identificou possíveis melhorias em parâmetros sanguíneos. Os resultados abrem caminho para novas investigações sobre a técnica como uma possível estratégia terapêutica para a doença. No entanto, são necessários estudos mais aprofundados para confirmar a segurança e os benefícios do método.

A tendência K-Beauty, popularizada pelos cuidados com a pele sul-coreanos, vem influenciando o mercado brasileiro com fórmulas multifuncionais e ativos voltados à saúde e ao equilíbrio da pele. Ingredientes antes restritos ao mercado asiático já aparecem em diferentes produtos e rotinas de skincare. Um deles é o PDRN de arroz, apresentado como um ativo que pode estimular a produção de colágeno e elastina, favorecer a regeneração da pele, fortalecer a barreira cutânea e ajudar a uniformizar o tom. Segundo a Payot, o ingrediente reúne benefícios associados à firmeza, à recuperação de marcas de acne e ao efeito glass skin, expressão usada para descrever uma pele com aparência lisa e luminosa.

Um composto natural extraído do alho, chamado dissulfeto de dialila, pode aumentar a eficácia de medicamentos quimioterápicos contra o câncer colorretal, aponta estudo da Universidade de São Paulo (USP). Em testes de laboratório, a combinação apresentou melhores resultados do que o uso isolado dos medicamentos, destruindo células tumorais e preservando as saudáveis. Conduzida na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, com apoio da Fapesp, a pesquisa também identificou potencial da substância para inibir o crescimento e a disseminação do tumor. Os resultados ainda são preliminares e precisam ser confirmados em estudos adicionais antes de qualquer aplicação clínica.